Jean Carlos Cunha

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Explicação de diversos termos associados às tecnologias wireless

Bom pessoal vendo que esta sendo bastante procurado na tia net sobre termos associados as tecnologias wirelles, entao resolvi fazer este post com diversos termos e explicações….

ist2_5956615-wireless2G – Tipo mais comum de comunicação por telefonia sem fio atualmente. Permite lenta comunicação de dados, mas seu foco principal é voz.

3G – Significa a terceira geração da tecnologia de comunicação sem fio. Refere-se a avanços futuros na comunicação de voz e dados wireless por meio de qualquer um dos padrões propostos. O objetivo imediato é aumentar a velocidade de transmissão para até 2 Mbps.

802.11 – Um grupo de especificações sem fio desenvolvido pelo IEEE. Detalha a interface sem fio entre aparelhos para gerenciar o tráfego de pacotes (para evitar colisões etc). Algumas de especificações mais comuns e seus diferenciais são os seguintes:

802.11a – Opera na faixa de freqüência de 5 GHz (5,125 GHZ a 5,85 GHz) com taxa de comunicação máxima de 54 Mbps. A faixa de freqüência de 5 GHz não é tão concorrida quanto a de 2,4 GHz porque ela oferece muito mais canais de rádio que a 802.11b e é usada por poucas aplicações. O padrão tem curto alcance quando comparada ao 802.11g. Na prática, é mais nova que a 802.11b e não é compatível com este padrão.

802.11b – Opera na faixa de 2,4 GHz, a faixa dedicada às aplicações industriais, científicas e médicas (Industrial, Scientific and Medical – ISM) . Essa faixa vai de 2,4 GHz a 2,4835 GHz e oferece comunicação de até 11 Mbps. É uma freqüência muito usada. Fornos de microondas, telefones sem fio, equipamentos médicos e científicos, assim como aparelhos Bluetooth, trabalham na faixa ISM de 2,4 GHz.

802.11e – Ratificadas pelo IEEE em setembro de 2005, as especificações de qualidade de serviço 802.11e foram desenvolvidas para garantir a qualidade do tráfego de voz e vídeo. Será particularmente importante para empresas interessadas em usar telefones Wi-Fi.

802.11g – É similar ao 802.11b, mas este padrão suporta taxas de comunicação de até 54 Mbps. Também opera na faixa ISM de 2,4 GHz, mas usa uma tecnologia de emissão por meio de rádio diferente para aumentar a taxa de transferência. É compatível com o padrão 802.11b.

802.11i – Também chamado de Wi-Fi Protect Access 2 (WPA 2), o 802.11i foi aprovado em junho de 2004. WPA suporta criptografia de 128 bits ou superior, além de autenticação 802.1x e recursos de gerenciamento de chaves.

802.11k – Com previsão de ratificação para meados de 2006, o padrão de gerenciamento de recursos de rádio 802.11k oferecerá informações de quantificação para pontos de acesso e switches para permitir que redes locais sem fio trabalhem de forma mais eficiente. Ele poderá, por exemplo, distribuir melhor o tráfego entre access points ou permitir ajustes dinâmicos na potência de transmissão para minimizar interferências.

802.11n – Este padrão de aprimoramento das taxas de transferência foi desenvolvido para elevar a velocidade de transmissão das redes sem fio acima de 100 Mbps. A ratificação final é aguardada para o final de 2006.

802.11r – Com aprovação aguardada para o segundo semestre de 2006, o padrão Fast Roaming 802.11r dedica-se a manter a conectividade à medida que um usuário se desloca de um ponto de acesso para outro. É especialmente importante em aplicações que precisam de baixo tempo de resposta e altos padrões de qualidade de serviço, como voz sobre redes locais sem fio.

802.11s – Este padrão lidará com redes mesh. Não deve ser aprovado antes de meados de 2008.

Access point – Transmissor/receptor de redes locais ou “estação-base” que pode conectar uma rede a um ou vários aparelhos sem fio. Access points podem também fazer a comunicação com outros dispositivos similares. Na estrutura de redes sem fio no modo Ad hoc, os aparelhos podem comunicar-se uns com outros diretamente sem o uso de um access point ou uma conexão a uma rede convencional. Em uma rede de infra-estrutura, ao contrário, todos os aparelhos fazem a comunicação por meio de um access point.

Bluetooth – Sistema de comunicação por rádio de baixo custo e curta distância para fazer a ligação entre notebooks, telefones sem fio, access points e outros aparelhos. Bluetooth pode substituir cabos e ser usado para criar redes ad hoc.

CDMA – Code Division Multiple Access é uma tecnologia de comunicação celular digital baseada em spread spectrum. Em vez de separar usuários por freqüência, ele os separa com o uso de códigos de freqüência digitais através do espectro total disponível. Compete com GSM e TDMA.

CDPD – A tecnologia Cellular Digital Packet Data é usada por empresas de telecomunicações para transferir dados para usuários por meio de redes celulares analógicas ociosas. Se uma parte da rede – uma área geográfica específica ou “célula” – está sobrecarregada, CDPD pode, automaticamente, realocar os recursos para lidar com o tráfego adicional.

CTIA – Cellular Telecommunicatons & Internet Association é o organismo internacional que tem como objetivo representar todos os elementos da comunicação sem fio – celular, serviços de comunicação pessoal, serviços especializados de rádio e serviços de satélite – e atende aos interesses de provedores, indústria e outras empresas.

EDGE ou Enhanced Data rates for GSM Evolution – É a tecnologia 3G que permite a transmissão de dados a velocidades de até 384 Kpbs. É baseado na tecnologia GSM e indicada para serviços multimídia que exijam maior largura de banda. É mais usada na América do Norte. Em outras regiões, as tecnologias CDMA2000 e UMTS são predominantes.

EVDO – Sigla de Evolution Data Only/Evolution Data Optimized. É uma evolução das redes CDMA, que é baseada no padrão 1xRTT, oferecendo velocidade de transmissão de dados sem fio entre 400 Kbps e 700 Kbps, com um pico teórico de 2,4 Mbps.

Flash-OFDM – é uma tecnologia celular proprietária de banda larga onde as operadoras podem oferecer serviço tanto para usuários de notebooks que possuem telefones celulares quanto para estações fixas, funcionando como solução de última milha para conectar residências e pequenos escritórios. Entre os principais atrativos estão a arquitetura baseada em IP e velocidades elevadas. Essa tecnologia permite que usuários se movendo a 250 Km/h baixarem dados a, no máximo, 1,5 Mbit/s ou subir arquivos a 500 Kbps. A tecnologia OFDM (Orthogonal Frequency Division Multiplexing) funciona dividindo os sinais de rádio em pequenos fragmentos de baixa velocidade que são transmitidos em paralelo, reduzindo o cruzamento de sinais utilizando a banda de maneira mais eficiente, porém sacrificando o alcance.

GPS (Global Positioning System) – o sistema de posicionamento global é formado por uma “constelação” de 24 satélites que orbitam a Terra a uma distância de 17.541 km, permitindo que as pessoas utilizem receptores terrestres para determinar sua posição geográfica com uma precisão de 10 a 100 metros. Os satélites utilizam cálculos matemáticos simples para transmitir informações que são traduzidas em longitude, latitude e altitude por receptores baseados na Terra.

GPRS (General Packet Radio Service) – a tecnologia GPRS alcança velocidades de até 115 Kbps, se comparado com os 9,6 Kbps de sistemas GSM mais antigos. Ele viabiliza o acesso à internet em alta velocidade e outros sistemas de comunicação como e-mail e jogos. Ele suporta uma ampla variedade de bandas, tirando o máximo da sua limitada largura de banda. É particularmente útil para enviar e receber pequenas quantidades de dados como e-mails e páginas web, assim como grandes volumes de dados.

GSM (Global System for Mobile) – é um sistema celular digital baseado na tecnologia TDMA que oferece aos usuários acesso a pequenos intervalos de tempo na mesma banda de freqüência, permitindo assim até oito comunicações simultâneas ao mesmo tempo. Compete com o CDMA.

HSDPA (High-Speed Downlink Packet Access) – tecnologia 3G de alta velocidade que é uma evolução do padrão WCDMA. Aumenta a velocidade ao mesmo tempo que reduz o tempo de latência. Ela opera no spectro de 5 MHz e terá, inicialmente, uma velocidade real em torno de 400 a 600 Kbps – na teoria pode chegar a 14,4 Mbits/s.

Hot spot – um local, como um hotel, restaurante ou aeroporto que oferece acesso Wi-Fi, tanto de graça quanto mediante ao pagamento de uma taxa.

I-Mode – um serviço de internet sem fio lançado em 1999 pela NTT DoCoMo Inc. no Japão. Ele é baseado numa versão simplificada do HTML e distribui informações na forma de pacotes – como jogos, e-mails e até mesmo aplicações de negócios – para dispositivos móveis.

IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers Inc. – associação sem fins lucrativos formada por mais de 360 mil profissionais técnicos espalhados por aproximadamente 175 países. É a autoridade técnica em certas áreas como engenharia da computação e telecomunicações. Criou a especificação 802.11.

MAC (Media Access Control address) – todo dispositivo wireless possui seu próprio endereço MAC gravado no seu hardware. Esse identificador único pode ser usado para oferecer segurança em redes sem fio. Quando uma rede utiliza uma tabela de endereços MAC, apenas os transmissores que possuem seus endereços registrados nessa lista podem entrar nela.

Mesh networking – as redes Mesh são formadas por pontos de rede independentes que se comunicam formando uma espécie de rede dinâmica e autoconfigurável que precisa apenas de um nó conectado numa rede física. Os outros nós precisam apenas estar ligados numa fonte de energia para entrar em funcionamento.

MIMO (Multiple Input Multiple Output) – refere-se ao uso de múltiplos rádios num dispositivo Wi-Fi para melhorar seu desempenho e taxa de transferência. A tecnologia MIMO tira proveito de um fenômeno conhecido como multipath, que ocorre quando uma transmissão de rádio parte de um ponto A, refletindo e/ou atravessando vários obstáculos até chegar (por meio de vários caminhos) até o ponto B. A tecnologia MIMO utiliza várias antenas para receber e organizar esses múltiplos sinais. Espera-se que ela seja padrão na especificação 802.11n.

RFID (Radio Frequency Identification) – tecnologia que utiliza transmissores de baixa potência para ler informações contidas em transponders (normalmente na forma de etiquetas) a distâncias que podem variar de 2,4 centímetros até 30 metros. Etiquetas RFID são usadas para rastrear mercadorias, gerenciar estoques e autorizar pagamentos. Também estão sendo cada vez mais usadas como chaves eletrônicas, dando acesso a quase tudo, de carros a salas.

Roaming – movimento de um dispositivo móvel de um ponto de acesso sem fio para outro sem a perda da conexão ou interrupção do fornecimento de serviço.

Smart phone – telefone celular com capacidade de texto e acesso à internet. Smart phones podem realizar chamadas de voz, manter uma agenda telefônica, acessar informações na internet, enviar e receber e-mails e transmissões de fax.

Site survey – pesquisa feita no local onde uma nova rede sem fio WLAN será instalada. A idéia é evitar problemas posteriores que possam consumir tempo e dinheiro no futuro. Isso envolve uma esquematização da rede, verificação da construção e teste de equipamento.

SMS (Short Message Service) – permite a transmissão de pequenas mensagens de texto entre dispositivos móveis como telefones celulares, aparelhos de fax e dispositivos BlackBerry. As mensagens – até 160 caracteres alfanuméricos sem imagens ou gráficos – aparecem na forma de texto na tela do aparelho receptor.

SSI (Service Set Identifier) – seqüência de caracteres únicos de uma rede (ou parte de uma maior) que é usada pela rede e todos os dispositivos conectados na mesma como um sistema de identificação. Assim, os integrantes podem se conectar de forma adequada quando mais de uma rede independente estiver funcionando na mesma área.

Symbian Ltd. –joint venture entre as empresas LM Ericsson Telephone Co., Motorola Inc., Nokia Corp. e Psion PLC para desenvolver um novo sistema operacional baseado na plataforma EPOC32, da Psion. Esse sistema é destinadoa a pequenos dispositivos móveis com acesso sem fio, como telefones e handhelds.

TDMA (Time Division Multiple Access) – tecnologia que divide a freqüência de rádio disponível numa rede em segmentos de tempo que são alocados para múltiplas chamadas. Desse modo, uma freqüência pode suportar vários canais de comunicação ao mesmo tempo, usando a largura de banda de maneira mais eficiente que tecnologias mais antigas. Disponível nas freqüências de 800 ou 1.900 MHz, a tecnologia TDMA é usada pelos sistema GSM.

UMTS (Universal Mobile Telecommunications System) – tecnologia de rede celular 3G que utiliza o sistema WCDMA (Wideband Code Division Multiple Access), que já funcionava em aproximadamente 25 países (em meados de 2005). As taxas de transmissão variam dos teóricos 384 Kbps para telefones, mas que poderá chegar a 2 Mbit/s em estações fixas.

UWB (Ultrawideband) – também chamada de digital pulse, é uma tecnologia sem fio usada para transmitir informações digitais por uma ampla variedade de freqüências com potência muito baixa. Devido ao baixo consumo de energia, pode enviar sinais através de portas e outros obstáculos (que refletem sinais com bandas mais limitadas e potências mais elevadas). Pode transportar grandes quantidades de informação e é usada em radares capazes de penetrar no solo ou sistemas de localização.

VoIP (Voice over Internet Protocol) –sistema que permite transmitir voz digitalizada por meio de redes IP. A tecnologia VoIP permite que chamadas telefônicas sejam feitas entre aparelhos compatíveis ou até entre computadores com o uso de um programa apropriado.

WAP (Wireless Application Protocol) –conjunto de especificações, desenvolvidas pelo WAP Forum, que permite que os desenvolvedores criem aplicações específicas para dispositivos wirelles por meio de uma linguagem própria (Wireless Markup Language). O WAP foi feito para trabalhar dentro dos limites dos telefones celulares da época, ou seja, memória e CPU limitada, pequenas telas monocromáticas, conexões de baixa velocidade e conexões erráticas. Atualmente, o WAP é um padrão de mercado que conta com o apoio de mais de 200 empresas.

WCDMA (Wideband Code Division Multiple Access) – tecnologia de rede celular 3G derivada do CDMA que transmite informações digitalizadas sobre uma ampla faixa de freqüências para aumentar a velocidade. Utiliza amplos canais de 5 MHz e pode ser usada em associação com as tecnologias UMTS e GSM. É utilizada em serviços de voz, dados e vídeo e pode chegar a taxas de transmissão de até 2 Mbits/s.

WEP (Wired-Equivalent Privacy) –protocolo desenvolvido para oferecer um nível mínimo de segurança e privacidade para o padrão IEEE 802.11, por meio da criptografia de dados. Amplamente reconhecido hoje como um sistema falho, devido ao tamanho limitado da sua chave proteção, entre outros problemas, ele pode ser facilmente quebrado em pouco tempo, com o uso de ferramentas encontradas com facilidade.

WME (Wireless Multimedia Extensions) – também conhecido como Wireless Multimedia Enhancement or Wi-Fi Multimedia (WMM), trata-se de um conjunto de recursos baseados no rascunho do padrão IEEE 802.11e que oferece recursos básicos de Quality of service (QoS) nas redes IEEE 802.11. Prioriza o tráfego de certas aplicações como voz, áudio e vídeo dentro de certas condições e ambientes. A prioridade de tráfego é baseada em quatro categorias de acesso citadas aqui na sua ordem de importância: voz, vídeo, melhor esforço (navegação web e e-mail, por exemplo) e background (aplicações que não dependem de latência, como impressão).

WPA (Wi-Fi Protected Access) – especificação de criptografia de dados para redes 802.11 que substitui o WEP. Criada pela Wi-Fi Alliance antes do padrão de segurança 802.11i ter sido ratificado pelo IEEE, ela traz melhorias em relação ao WEP por usar chaves dinâmicas. Protege a rede por meio da tecnologia Extensible Authentication Protocol e usa um método de criptografia chamado Temporal Key Integrity Protocol (TKIP), para a segurança da transmissão de dados.

WPA2 (Wi-Fi Protected Access 2) –versão melhorada do WPA. Foi oficializado com a especificação 802.11i (ratificada pelo IEEE em junho de 2004). Ela utiliza o Advanced Encryption Standard (AES), ao invés do TKIP, que aceita chaves de 28, 192 e de 256 bits.

Wi-Fi (Wireless fidelity) – é um termo genérico para a tecnologia 802.11.

WLAN (Wireless Local-Area Networks) – utiliza ondas de rádio ao invés de cabos para conectar um dispositivo de usuário, como um notebook numa rede local. Proporciona conexões Ethernet pelo ar e opera sob a família de especificações 802.11.

War Driving – refere-se ao ato de dirigir por aí com um laptop equipado com interface wireless e uma antena direcional para encontrar locais onde é possível acessar redes wireless desprotegidas. Normalmente são pontos de acesso sem protocolos de segurança ligados à infra-estruturas de empresas.

War Chalking – Marcações feitas em giz sobre calçadas ou prédios que mostram onde é possível acessar uma rede sem fio desprotegida. Esses locais são normalmente encontrados por meio de war driving (veja acima).

WiMax – nome popular do padrão de rede metropolitana sem fio 802.16 que ainda está em desenvolvimento. O WiMax, que terá um alcance estimado de aproximadamente 50 Km, será usado primariamente para distribuir acesso à rede de banda larga sem o uso de fios como acontece hoje nos sistemas de TV a cabo ou DSL. Existem duas variedades de WiMax: o 802.16-2004 ou 802.16d, para implementação em bases fixas, e o 802.16e, para serviços móveis.

WML (Wireless Markup Language) – semelhante ao HTML. Ele fornece conteúdo internet para pequenos dispositivos sem fio, como navegadores de celulares e handhelds, que normalmente possuem telas muito pequenas, CPUs lentas, capacidade de memória limitada, largura de banda baixa e capacidade restrita de entrada de dados.

Wi-Fi Alliance – associação internacional sem fins lucrativos formada em 1999 para certificar a interoperabilidade de produtos WLAN baseados na especificação IEEE 802.11. Atualmente, a Wi-Fi Alliance possui mais de 200 empresas associadas ao redor do mundo e mais de mil produtos que receberam a certificação desde que esse processo começou, em março de 2000. O objetivo dos membros da Wi-Fi Alliance é melhorar a experiência do usuário final por meio da interoperabilidade de produtos.

Fonte: Tia NET e outros blogs

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DOCUMENTO REGULAMENTACÃO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE – NORMATIZAÇÃO

Bom pessoal  hoje fuçando aqui no meu pc achei um documento que normatiza o uzo da rede de uma empresa.. se algum profissional tiver precisando que sempre precisa… ta ai..

REGULAMENTACÃO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE

Pelo presente instrumento, a (NOME DA EMPRESA) estabelece as normas de utilização da rede para funcionários, cujo objetivo é esclarecer que o acesso à internet e o fornecimento do endereço de e-mail pela empresa são ferramentas de trabalho. Como tais, devem ser utilizados exclusivamente para atividades ligadas ao serviço e função desempenhadas, bem como, para a empresa está reservado o direito de fiscalizar a sua boa e correta utilização.

A finalidade primordial é prestar à todos os funcionários serviços de rede de alta qualidade e ao mesmo tempo desenvolver um comportamento ético e profissional para assegurar o esperado padrão de qualidade na prestação dos serviços.

Defini-se como serviços e recursos os equipamentos utilizados pelos funcionários tais como: computadores, e-mails de domínio da empresa, link de Internet e afins.

O endereço de correio eletrônico que utiliza o domínio da empresa não se trata de correspondência particular do funcionário, mas informação encaminhada à empresa e aos cuidados de um de seus funcionários. O e-mail corporativo deve ser utilizado exclusivamente para assuntos profissionais e assim todas as correspondências enviadas e recebidas por este meio devem conter assuntos, exclusivamente, de interesse da empresa.

Desta forma, segue a relação de condutas que são consideradas violação à presente regulamentação:

a)- conectar-se a servidor ou conta cujo acesso não seja expressamente autorizado ao usuário;( FALTA GRAVE)

b)- é expressamente proibido o acesso a sites e programas como Kaaza, Chat, Orkut, Messenger, ICQ ou qualquer outro que não esteja diretamente ligado a atividade da empresa; (FALTA GRAVÍSSIMA)

c)- ao ausentar-se do local de trabalho, o usuário deverá fechar todos os programas acessados, evitando, desta maneira, o acesso por pessoas não autorizadas e se possível efetuar o logout/logoff da rede ou bloqueio do desktop através de senha;

d)- material de natureza pornográfica, racista, jogos, MP3 ou similares não poderão ser expostos, armazenados, distribuídos, editados ou gravados através do uso dos recursos computacionais da rede; (FALTA GRAVÍSSIMA)

e)-não é permitido criar e/ou remover arquivos fora da área alocada ao usuário e/ou que venham a comprometer o desempenho e funcionamento do sistema;

f)-é vedada a instalação ou remoção de softwares que não forem devidamente acompanhadas de autorização expressa da empresa; (FALTA GRAVE)

g)-é vedado a abertura de computadores para qualquer tipo de reparo, caso exista necessidade deverá ocorrer comunicação à empresa, a fim de que sejam adotadas as medidas técnicas adequadas;

h)-Não é permitido a alteração das configurações de rede e inicialização das máquinas, bem como, modificações que possam trazer algum problema no desempenho.

No intuito de fiscalizar as delimitações impostas com a presente política de uso da rede, para a empresa está reservado o direito de:

a)-Implantar softwares e sistemas que monitorem e gravem o uso da internet através da rede ou de cada uma das estações de trabalho;

b)-Verificar qualquer arquivo armazenado no servidor, no disco local da estação ou nas áreas privadas da rede, visando assegurar o rígido cumprimento da política de uso da internet;

c)-Instalar softwares e hardwares para proteger a rede interna e garantir a integridade dos dados e programas, incluindo firewall ou qualquer outro similar.

DAS PENALIDADES

O descumprimento pelo funcionário das normas estabelecidas nesta regulamentação, seja isolada ou acumulativamente, poderá ensejar, de acordo com a infração cometida, as seguintes punições.

COMUNICAÇÃO

Será encaminhado ao funcionário comunicado informando o descumprimento da norma, com a indicação da violação praticada.

ADVERTÊNCIA

A advertência e suspensão será aplicada, por escrito, nos casos de natureza grave ou na hipótese de reincidência na prática de infrações de menor gravidade.

DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA;

A infração de qualquer uma das condições estabelecidas no presente documento poderá caracterizar-se como demissão por justa causa, no forma prevista nas alíneas “a, b, e, h, j ” do artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho.

A empresa, no uso do poder diretivo e disciplinar que lhe é atribuído poderá aplicar a pena que entender devida quando constatado o descumprimento de qualquer previsão da presente política da uso de rede.

Porto Alegre, 01 de dezembro de 2004.

___________________________________

Nome do Funcionário e assinatura

CPF n.º

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Empresa

comemtem…