Jean Carlos Cunha

.:: Diferente e eficiente::.

Lista de comando linux

“E HORA DE POSTAR”
Ola pessoal aqui vai uma lista com comandos linux e o basico sobre unix.

Como é tratado um arquivo no UNIX?

R. Um arquivo pode estar disponível somente para o próprio usuário ou ser compartilhado com outros usuário. Quem decide é o usuário que cria-o. Ao digitar-se o comando “ls -l”, todos os arquivos do diretório corrente serão listados. Nota-se que na primeira coluna da esquerda para direita, teremos 10 caracteres. Estes caracteres são, em ordem:

d, l, c, b – Se estiver setado, quer dizer que esse é um diretório / link / dispositivo caracterer / dispositivo bloco.

r  – Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode ler o conteúdo do arquivo.

w – Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode escrever no arquivo.

x  – Se estiver setado, quer dizer que o usuário pode executar o arquivo.

r  – Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem ler o conteúdo do arquivo.

w – Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem escrever no arquivo.

x  – Se estiver setado, quer dizer que os integrantes do grupo o qual encontra-se o usuário podem executar o arquivo.

r  – Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem ler o conteúdo do arquivo.

w – Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem escrever no arquivo.

x  – Se estiver setado, quer dizer que os outros usuários podem executar o arquivo.

Ex: drwxrwxrwx

Não estar setado, significa que em vez de ter uma letra na coluna correspondente, teria um “-”.

Ex: -rwxr–r–

Este exemplo quer dizer que é um arquivo, onde o usuário tem permissão de leitura, escrita e execução do mesmo; onde o grupo só pode ler o arquivo, não podendo escrever e executar; e onde os outros usuário também só podem ler o arquivo, ficando sem a opção de escrever e executar o mesmo.

O usuário pode mudar essas restrições, usando o comando chmod, que será explicado posteriormente.

Comandos  básicos do UNIX:

adduser –  Cadastro de usuários. Comando válido somente para o superusuário.

banner – É usado para criar palavras com letras gigantes.

Ex: banner Ola Mundo

Normalmente a saída do banner é o vídeo, mas pode-se redirecionar para um arquivo:

Ex: banner Ola Mundo ola.mundo

cat – Esse comando é similar ao TYPE do DOS. Visualiza o arquivo, sem abrí-lo em um editor de texto.

Pode-se usar o comando “|more”, que visualiza o arquivo em páginas.

cd – Passar entre diretórios.

Ex: cd ..

Esse comando volta para o diretório mãe do diretório onde estava.

Ex: cd

Esse comando volta para o diretório home.

Ex: cd/users

Esse comando passa do diretório atual para o diretório users se ele existir.

chfn – Esse comando muda informações do finger.

Ex: chfn

Muda informações como nome,  trabalho, telefone do trabalho e telefone de casa.

chgrp – Esse comando é usado para mudar o atributo de pertinência de grupo de um arquivo.

Ex: chgrp novo_grupo nome_do_arquivo

chmod – Esse comando é usado para mudar o modo de acesso de um arquivo

Ex: chmod quem+-que  nome_do_arquivo

Ex: chmod go-rw arquivo

Essa linha de comando faz com que o arquivo “arquivo” retire(-)  as permissões de leitura(r) e escrita(w) do grupo(g) e dos outros(o). Quer dizer que os usuários do mesmo grupo e os outros não terão mais acesso sobre o arquivo.

Opções:

“quem” => u – usuário; g – grupo; o – outros.

“+-”      => +  dá permissão;  – retira permissão.

“que”    => r – ler(read); w – escrever(write); x – executar.

chown – Esse comando é usado para passar a proriedade de um arquivo para outra pessoa. Para mudar a propriedade de uma arquivo, o usuário tem de ser dono do arquivo. Se o usuário mudar acidentalmente a propriedade, tem de pedir ao novo usuário que mude a propriedade de volta.

Ex: chown novo_dono nome_do_arquivo

clear – Limpa tela.

cp – O comando cp é usado para duplicar arquivos. Copia um ou vários arquivos.

Ex: cp arquivo1 arquivo2

Arquivo1 é o arquivo de entrada da operação de cópia, e o arquivo2 é a saída produzida. Arquivo1 e arquivo2 devem ter nomes distintos; se tiverem o mesmo nome, então será emitida uma mensagem de diagnóstico indicando que são identicos, e o arquivo não será copiado sobre si mesmo. Se o arquivo2 já existia, seu conteúdo será substituído pelo conteúdo do arquivo1.

Sintaxe: cp [-ipr] <arquivo> [arquivo …] <destino>

Parâmetros:

-i – Pede confirmação para cada arquivo a ser copiado.

-p – Mantém na cópia as datas de modificação e permissões do arquivo original.

-r – Copia recursivamente arquivos e diretórios. Neste caso destino deve se referir a um diretório.

Exemplo: cp -r ~/leonardo/html/ /www

date – Esse comado permite ver a data.

Ex: date

O comando date também permite trocar a hora do sistema.

Ex: date 1225123097

Este comando quer dizer que o relógio do sistema passa a marcar 12:30 horas do dia 25 do mês de dezembro (12) de 1997 (97).

Exercício:

Verifique a data do sistema, e troque, se for necessário.

env – Comando usado para obter uma lista do conteúdo do ambiete shell do usuário. O conteúdo é formado por cadeias que compões as variáveis do shell e seus valores.

Ex: env

find – Este comando é uma maneira fácil e poderosa de localizar objetos no sistema de arquivos do UNIX. O comando find tem muitas opções.

Ex: find / -name Systems -print

Esse exemplo instrui o comando find para começar a busca na raiz do sistema de arquivos ( / ), localizar todas as ocorrências de arquivos chamados Systems ( – name Systems), e exibir os resultados na saída padrão ( -print ).

Ex: find /usr/tsm -name Sis* -print

Este outro exemplo, procura a partir do diretório /usr/tsm todos os arquivos que tenham começo com Sys.

ftp – Protocolo de Transmissão de arquivos.

Ao entrar em algum endereço de ftp, e o mesmo pedir um cadastro e uma senha, o usuário deve-se cadastrar como anonymous, e entrar como senha qualquer palavra, seguido de @, pois ele estará pedindo um e-mail como senha.

Para copiar arquivos que o usuário tenha no sistema LINUX para o sistema W95, o usuário deve entrar no aplicativo ftp ( Iniciar – Programas – Internet – FTP), acessar a máquina dinf, com o comando open dinf, e digitando o seu login e sua correspondente senha. O usuário automaticamente irá para seu diretório home, onde o usuário tem permissão de gravar arquivos. Então, é só copia-los, como se estivessem em uma máquina qualquer ( bin – hash – get ou mget ).

Principais comandos:

open <nome_máquina> => permite acesso na máquina especificada.

bin => Seta modo de transferência binário.

cd <diretorio> => Muda de diretório.

get remote.file <local.file> => Download o arquivo.

hash => Mostra o sinal: #, a cada bloco transmitido.

lcd <drive: diretório> => Seta o diretório local.

ls -lF |more => Lista os arquivos com paradas na tela.

mget <arquivos> => Download de vários arquivos

put local.file <remote.file> => Upload o arquivo.

bye => Sair.

Exercício:

Buscar no endereço da Universidade de Santa Maria (ftp.ufsm.br) os arquivos listao.txt.gz e listao.arj, que localizão-se no diretório /pub/vest97.

grep – É a base da família de comandos grep(grep,egrep,fgrep). É um filtro que examina os arquivos de entrada em busca de padrões. Quando um batimento é encontrado, a linha que o contém é gravada na saída padrão, a menos que seja impedido por uma das opções. Múltiplos arquivos podem ser processados concorrentemente especificando-se seus nomes na linha de comando, embora usulamente seja usado em um arquivo por vez.

Ex: grep opções expressão arquivo(s)

As opções são:

* -c : produz contagem das linhas que contém o padrão;

* -i : instrui o grep a não lvar e conta a diferença entre letras maiúsculas e ninúsculas.

* -l : especifica que somente devem ser exibidos os nomes dos arquivos que contém o padrão. Útil quando se processa grande quantidade de arquivos.

* -n : ativa a numeração de linhas, na exibição das linhas que batem.

* -s : causa a supressão das mensagens de erro quando são encontrados arquivos que não podem ser lidos ou quando não são encontrados os arquivos especificados.

* -v : instrui o grep a imprimir na saída padrão todas as linhas, exceto aquelas que não contém o padrão.

Se o usuário quiser ver sua entrada em um arquivo como o /etc/passwd, não é necessário listar o arquivo inteiro, ou editá-lo. O camando a seguir poderia ser usado para produzir a informação desejada:

Ex: grep ‘tsm’ /etc/passwd

Tabela de Tipos de Arquivos:

Compactador

Descompactador

Extensão

Zip

Unzip

.zip

Pack

Unpack

.z

Compress

Uncompress

.Z

Gzip

Gunzip ou Gzip –d

.gz

Obs.:

zip e unzip são os equivalentes ao pkzip e pkunzip para DOS / Windows.

gunzip – Esse comando é usado para descompactar arquivos com extenções  “.gz”, “.tgz”, “.taz”, “.tar.gz” e “tar.Z”.

Ex: gunzip nome_do_arquivo

Esse comando pode ser substituído por gzip -d ou zcat.

Exercício:

Descompactar o arquivo listao.txt.gz, que foi buscado por ftp na UFSM. Logo após, copie o arquivo para o diretório c: e visualize-o no MS-WordPad.

gzip – Esse comando é usado para compactar arquivos. É criada então a extensão “.gz”.

Ex: gzip nome_do_arquivo

Cria-se então, o arquivo “nome_do_arquivo.gz”.

Para descompactá-lo, usa-se o comando gzip -d, gunzip ou zcat.

Exercício:

Compactar o arquivo listao.txt, que foi buscado na UFSM e descompactado por gunzip.

Outros:

Awk

Formatar saídas para aparecer determinadas colunas

Cb

Embelezador de programas para C.

Split:

Ex.: split -b 1440k arquivo.exe arquivo   (Linux)

Ex.: copy /b arquivo.* arquivo.exe

Cal

Mostra um calendário

Sed

Substitui cadeias em arquivos

E.: sed s/4/9/g  arqfonte  arqdestino

OBS.:

Arquivos .ps PostScript é da Adobe Systems usado para traçar gráficos tridimensionais ou não em impressoras e vídeos.

kill – Esse é o comando usado para encerrar processos ativos no sistema UNIX. Não há um programa equivalente no DOS, porque o DOS é um sistema monotarefa. Para eliminar um processo, o usuário deve ter autorização. Apenas os processos iniciados pelo usuário podem ser por ele eliminados. O superusuário tem autorização para eliminar qualquer processo, inclusive o 0.

Ex: kill -9 137

Neste exemplo, o processo com ID 137 seria imediatamente encerrado e retirado da memória. A opção -9 é um tiro imediato e fulminante.

Para saber o número do processo a ser excluído, o comando é ps.

ln – Esse comando é usado para criar ligações (nomes alternativos) para outro arquivo. Quando uma ligação é criada para um arquivo ou outra ligação, todas as mudanças nas ligações são, na realidade, mudanças no arquivo ao qual estão ligadas. Cria links a arquivos ou diretórios.

A instrução ln cria o nome meuperfil para o arquivo /usr/tsm/.profil. Qualquer referência ao arquivo meuperfil é, na realidade, uma referência à /usr/tsm/.profile. A ligação pode ser removida com qualquer um dos seguintes comandos:

* unlink meuperfil

* rm meuperfil

Ex: ln /usrtsm/.profile meuperfil

ln [-fs]

ln [-fs] [arquivo …]

Parâmetros:

-f Cria o link mesmo se o arquivo destino não exista ou não estiver acesível.

-s Cria um link simbólico (soft link).

Obs: ln pode criar tanto links simbólicos (soft links) como diretos (hard links); ln cria links diretos por default.

ls – É a listagem dos arquivos e diretórios do corrente diretório.

Ex: ls

Opções:

* -l : listagem em formato de lista;

* -a : listagem dos arquivos ocultos ( arquivos que inicial com “.” );

* -d : listagem dos diretórios;

* -r : ordem reversa;

Ex: ls -la

Esse comando faz uma listagem de todos os arquivos, inclusive os ocultos, em forma de lista.

lynx –  Esse comando faz você navegar pelas páginas da www. Basta colocar um endereço após o comando lynx, para acessá-lo.

Ex: lynx http://www.unicruz.tche.br

Exercício:

Acessar a página da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (www.penta.ufrgs.br) e entrar no site “Redes de Computadores”.

mail – Esse comando permite ver os mail’s recebidos.

Ex: mail

man – Comando que chama o manual com a descrição de todos os parâmetros do comando fornecido.

Ex.: man <comando>

Exercício:

Ver o manual do comando lynx.

mcopy – Comando este, que transfere um ou mais arquivos para um drive específico. Comando específico para trabalhar com disquetes em formato DOS.

Ex: mcopy arq a:\

Exercício:

Copiar o arquivo listao.txt, que foi buscado do site da UFSM, e descompactado com gunzip, para um disquete do drive a: .

mkdir –  Comando usado para criar diretórios. É um dos comandos fundamentais do UNIX, e todos os usuários devem conhecê-lo.

Ex: mkdir novodir

Para criar um diretório em um local específico, é o seguinte.

Ex: mkdir /usr/tsm/novodir

Exercício:

Crie o diretório download no seu diretório HOME.

mv – O comando é usado para mover um arquivo de um local para outro. Ele funciona de forma similar ao comando cp, exceto que o fonte é apagado depois do arquivo ser copiado. O comando mv deve ser usado com cuidado. Se o arquiv de destino já existir, o mv gravará em cima incondicionalmente. Além disso, se vários arquivos estiverem sendo movidos ao mesmo tempo, o alvo deve existir; caso contrário, o comando mv emitirá um diagnóstico.

Ex: mv /usr/tsm/mbox /usr/wbu

Nesse exemplo, o arquivo que está sendo copiado é /usr/tsm/mbox, e o destino é o diretório /usr/wbu, que já existia. No finalda operação, mbox não existirá mais no diretório /usr/tsm.

Exercício:

Mover o arquivo listao.txt para o diretório /download/.

passwd – Esse comando permite ao usuário trocar sua própria password.

OBS: Essa nova password deve conter números e letras, e não apenas um deles. O comando passwd não aceita password’s “fáceis” de descobrir.

Ex: passwd

Depois de dar o comando, o sistema pedirá para digitar a password antiga. Após digitar, o sistema pedirá a nova password. Então digite o que você quiser. Repita a password. Se a mensagem for “Password Changed”, deu certo.

pine – Aplicativo que visualiza, envia, recebe e escreve-se fax.

Ex: pine

Principais Funções:

?            Help;

C            Composição de Mensagens;

I             Visualizar Mensagens que estão na Pasta Corrente;

L            Selecionar Pasta de Mail’s;

A           Endereços Particulares;

S            Setup;

Q           Exit.

C            Composição de Mensagens:

To                      :  <endereço do destinatário>

Cc                      :  <endereço de quem manda>

Attachment         :  <arquivos que o usuário deseja enviar com o mail>

Subject               :  <título do mail>

—————- Message Text ————-

<mensagem>

L            Selecionar Pasta de Mail’s:

Para visualizar um mail novo, selecione a Pasta INBOX.

Exercício:

Mandar um mail para um usuário vizinho.

ping – Esse comando vê a comunicação entre seu terminal e o endereço desejado.

Ex: ping http://www.ibm.com

Esse comando é necessário saber, pois com ele, verifica-se a velocidade da rede e se ela está parada. Para sair, click Ctrl-C.

Exercício:

Compare as velocidades de transmissão de dados dos endereços:

http://www.microsoft.com

http://www.unijui.tche.br

ps – A finalidade do comando ps é reportar a situação de processos ativos no UNIX. O comando ps tem várias opções. As opções -e e -f são de maior interesse para os desenvolvedores, já que reportam todas as informações disponíveis para todos os processos. Essas opções são especificadas como -ef, que produz oito colunas de informação, como segue (as principais):

* Coluna UID: identifica a ID do dono do processo. A ID correspondente ao nome de conexão do usuário, como especificado em seu registro no etc/passwd.

* Coluna PID: identifica o número de ID do processo. É preciso conhecer esse número para tomar qualquer atitude com relação ao processo, como usar o comando kill.

* Coluna PPID: identifica o pai do processo.

* Coluna STIME: indica a hora em que o processo foi iniciado.

* Coluna TTY: indica o terminal de controle associado ao processo, e podem conter o caracter ?, significando que o processo não tem um terminal de controle.

* Coluna TIME: indica o tempo total de execução que o processo acumulou desde quando foi começado.

* Coluna COMMAND: descreve o nome do processo, indicando qual comando que está sendo executado, bem como seus argumentos.

Ex: ps -ef

pwd – Esse comando é usado para mostrar o diretório corrente, e é, na realidade, um acrônimo de print working directory (mostre o diretório de trabalho).

Ex: pwd

rm – Este comando é usado para remover arquivos do sistema de arquivos do UNIX. As opções são -f, -r  e -i. A ação padrão, quando nenhuma opção é indicada, é tentar remover os objetos especificados. Cuidado com o uso de curingas, pois pode ter conseqüências desastrosas! Ao entrar este comando, esteja absolutamente certo do diretório em que será executado.

Ex: rm *

Este comando deleta tudo o que estiver no diretório corrente. Cuidado com esse comando.

rmdir – Esse comando é usado para remover somente diretórios vazios, e é uma forma relativamente segura de remover diretórios. Supondo que o diretório chamado “/usr/scr/cmd/lixo” não contenha arquivos, o comando a seguir pode ser usado para removê-lo do sistema de arquivos:

Ex: rmdir /usr/scr/cmd/lixo

Nesse exemplo, lixo deve ser um diretório, senão haverá uma mensagem de erro.

talk – Esse comando dá a permissão de conversar com outro usuário por meio do teclado. O outro usuário necessariamente deve estar logado no sistema UNIX.

Ex: talk <nome_do_usuario>@dinf.unicruz.tche.br

Para sair, Ctrl-C.

Exercício:

Dê um talk para seu vizinho.

tar – Compacta vários arquivos, transformando em apenas um.

Ex: tar  cvf  backup.tar *

“Backup.tar” é o nome do arquivo criado.

* são os arquivos a serem compactados.

v => mostra os arquivos processados;

telnet  – Terminal remoto. Emula um terminal virtual do servidor remoto. Possibilita conectar-se em outros computadores da Internet com plataforma Unix.

Ex: telnet http://www.unijui.tche.br

Esse comando conecta o usuário com o servidor “www.unijui.tche.br”. Ao receber mensagem indicando conexão, o sistema irá pedir o seu login. Se o usuário estiver cadastrado no servidor, somente digita-se seu login e sua       password. Se estiverem corretas, o usuário entrará no sistema automaticamente em seu diretório HOME.

traceroute – Esse comando traça toda a rota que o servidor faz para chegar em um endereço www.

Ex: traceroute http://www.ibm.com

O comando acima traça a rota de servidores até chegar no endereço ibm.com.

Exercício:

Traçar a rota para o endereço da Microsoft. (www.microsoft.com).

vi – O comando chama o editor visual, que é um editor de texto de tela cheia. Esse editor é falto de alguns recursos e carece do resplendor disponível nos ambientes DOS e IBM de grande porte, mas mesmo assim, o vi é uma ferramenta útil e poderosa.

Comandos:

k – seta cima;

j – seta baixo

h – seta esquerda

f – seta direita

^ – inicio de linha

$ – fim de linha

w – avança palavra

3w – avança 3 palavras

b – retorna palavra

3b – retorna palavra

e – fim da palavra

fx – avança até caracter x

Fx – retorna até caracter x

^d – desce ½ tela

^u – sobe ½ tela

^f – desce 1 tela

^d – sobe 1 tela

H – topo da tela

M – meio de linha

L – fim da tela

xG – vai para linha x

x – deleta caracter

r – substitui caracter

X – deleta caracter anterior

:! – comando shell

:sh – shell

u – restaura arquivo

U – restaura a linha

Pesquisa:

/cadeia – à frente

?cadeia – para trás

n – repete mesmo sentido

N – repete sentido contrário

xyy – coloca linha corrente + (x-1) linhas no buffer

P – coloca buffer apos linha do cursor (até 26 buffer’s endereçáveis)

:set list – lista variáveis do vi

% – desloca o cursor para o parênteses ou chave que casa com a que está sob o cursor.

:set (no) number – com ou sem numeração se linhas

:set (no) sm – casamento de parenteses e chaves

:set all – mostra a setagem das variáveis

:set (no) ai – com ou sem auto-identitação

S – substitui caracter e abre inserção

R – substitui caracter (contínuo)

J – junta linhas

dd – deleta linha (buffer)

cw – substitui word

c$ – substitui até o final da linha

:q – quit

:q! – saida forçada

:next – próximo arquivo

:rewind – arquivo anterior

:x,y s/velho/novo/g – substitui string

x,y – linha e coluna

g – todas as ocorrências

:w – grava arquivo

😡 – grava e sai

dx – deleta x linhas

put – põe conteúdo no buffer

:e! edição forçada, aandona mudanças

y,x – guarda no buffer x linhas apartir da linha do cursor.

:wq – grava e sai

\ – help

Inserção:

i – antes do cursor

I – início da linha

o – linha abaixo

O – linha acima

A – fim da linha

Copiar um bloco de texto:

* posiciona no início do bloco;

* dá o comando: 10yy (10 linhas);

* posiciona o cursor e pressiona “p”

w –  Esse comando lista os usuários que estão logados no sistema UNIX. A lista mostra o login, a hora em que foi o usuário logou-se, o aplicativo em que encontra-se e a quanto tempo, entre outras informações.

Ex: w

wc – O comando wc é também chamado o comando de contagem de palaras. Ele pode contar e informar a quantidade de caracteres, palavras e linhas do(s) arquivo(s) especificado(s).

Ex: wc arquivo

who – O comando who é usado para determinar a quantidade e identidade dos usuários que estão utilizando o sistema UNIX no momento. Além do nome dos usuários, pode tambem informar a hora de abertura da sessão; o terminal (registro/dev); o PID do interpretador de comando do usuário; e outras informações, todas obtidas no arquivo /etc/utmp que é dinamicamente modificado à medida que cada usuário abre ou fecha uma sessão.

Ex: who

Para saber quem está logado no terminal, digite:

Ex: whoami

Quando digitamos ^Z mandamos um sinal SIGSTOP. bg irá reiniciar o processo em background.

A lista com os processos ativos é o comando jobs -l. fg coloca-o em foreground

kill -l = mostra os sinais.

Uso da área de swap (memória secundária)

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